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Léo de Brito, um guerreiro em ascensão no Congresso Nacional

Em pouco mais de dois meses de seu mandato de deputado federal, o jovem deputado Léo de Brito, do PT do Acre, já começa a se destacar até na mídia nacional pelo trabalho incansável que desenvolve diariamente no plenário e nas comissões técnicas da Câmara dos Deputados.

Na semana passada, por exemplo, o petista acreano foi destaque em matéria do jornal Folha de São Paulo sobre a CPI da Petrobras. O jornal citou o questionamento que ele fez sobre a permanência do deputado Antônio Imbassahi, do PSDB da Bahia, como vice=presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Léo de Brito disse que o colega baiano não poderia continuar sendo um dos dirigentes da CPI porque durante a sua gestão como prefeito de Salvador houve um rombo de mais de R$ 400 milhões constatado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) nas obras do metrô, que eram executadas pelas mesmas empreiteiras investigadas hoje na Operação Lava Jato, em execução pela Polícia Federal na Petrobras.

Deputado debate com a juventude sobre a PEC da Maioridade Penal
Deputado debate com a juventude sobre a PEC da Maioridade Penal

Além da CPI na Petrobras, Léo de Brito tem desempenhado papel importante em outras comissões temporárias da Câmara, como a comissão especial criada para discutir e votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que propõe a redução de 18 para 16 anos da maioridade penal no país. A exemplo da CPI da Petrobras, essa comissão vem dando o que falar na mídia nacional.

O deputado do PT acreano também atua semanalmente nas comissões permanentes da Amazônia, da Educação, da Fiscalização Financeira e Controle e da Mista de Orçamento, além do Conselho de Ética, outro palco do parlamento de discussões e decisões importantes, como a cassação de mandato dos deputados.

Trabalho reconhecido pelo partido

“Estou muito feliz por ser reconhecido, no PT, pelo trabalho que estou fazendo nas várias comissões da casa. E também pela defesa firme do Acre, principalmente no momento que o estado vive as conseqüências de uma grande alagação e precisa apoiar milhares de pessoas”, assinala o deputado, ao falar de seus dois meses de mandato.

Por sua atuação nas comissões e no plenário, onde fala quase todos os dias sobre as necessidades do povo acreano, Léo de Brito tem virado referência de luta dentro do PT nacional, que tem a maior bancada da Câmara e é dirigida por outro deputado do PT acreano, o deputado Sibá Machado.

Advogado, professor universitário e expressivo militante do PT acreano, tendo sido um dos de seus mais combatentes presidentes, Léo de Brito se anima com a força e a confiança que o seu partido está lhe dando para atuar no Congresso Nacional. “Mesmo sendo novo aqui, com o apoio do partido já estamos participando de momentos e de debates importantes nesta casa”, diz Léo de Brito.

Deputado Léo de Brito se aconselhando com Tião Viana, que foi senador por 12 anos
Deputado Léo de Brito se aconselhando com Tião Viana,
que foi senador por 12 anos

Nos dois primeiros dois meses do mandato, Léo de Brito faz questão de destacar ainda a sua interação com a bancada do Acre no Congresso, que é coordenada pelo também petista Raimundo Angelim, tendo o deputado e jornalista Alan Rick como coordenador adjunto.

Léo de Brito prestando contas com a população na Rádio Difusora Acreana
Léo de Brito prestando contas com a população na Rádio Difusora Acreana

Segundo o petista, a atual bancada do Acre no Congresso Nacional tem se mantido unida e forte na defesa dos interesses do estado, particularmente no momento em que a grande parte de sua população foi atingida com as enchentes de seus rios.

Romerito Aquino

Em audiência no Ministério da Cultura, Marcus Alexandre e Léo de Brito buscam liberação de recursos para a recuperação do Parque Capitão Ciríaco

O prefeito Marcus Alexandre reuniu-se nesta quarta-feira, 8, com o secretário-executivo do Ministério da Cultura, João Brant, para pedir especial atenção e a liberação da emenda proposta pelo deputado federal Léo de Brito para recuperação do Parque Capitão Ciríaco, sede da Fundação Garibaldi Brasil.

Os recursos da emenda, cerca de R$250.000,00, servirão para melhorar as condições de funcionamento e a recuperação do parque como um todo já que todos seus espaços foram duramente castigados pela cheia do Rio Acre e seus afluentes em Rio Branco. “Os municípios que foram atingidos pela alagação deste ano terão suas verbas liberadas com maior agilidade pelo Governo Federal. Quero lembrar que nosso gabinete está de portas abertas para ajudar as prefeituras na interlocução junto ao governo e seus ministérios”, disse Léo de Brito ao comentar sua atuação junto ao MinC e a outros Ministérios em favor dos municípios atingidos pela alagação.
“O resultado dessa audiência foi muito positivo porque tivemos a segurança do Ministério de que os recursos serão liberados em sua totalidade o mais rápido possível”, informou o prefeito, que cumpre extensa agenda em Brasília.
O Parque Capitão Ciríaco é patrimônio cultural de Rio Branco e possui grande importância histórica para o Acre. O local pertenceu ao Capitão Ciríaco Joaquim de Oliveira, um dos integrantes do grupo que promoveu a Revolução Acreana. Foi transformado, em agosto de 1994, em um espaço de proteção ambiental e cultural. Nos seus 4,6 hectares, possui vegetação nativa com frutíferas regionais e aproximadamente 600 seringueiras. Dispõe de equipamentos de esporte e lazer, escolinha de artes e uma casa retratando arquitetura da época, dedicada à memória da Revolução Acreana e do surgimento da cidade de Rio Branco, além dos escritórios da FGB.
Da Assessoria

Focado na educação, Leo de Brito se coloca à disposição de novo ministro

Após a cerimônia de posse do novo ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, professor aposentado da USP, nesta segunda-feira, 6, o deputado federal Leo de Brito cumprimentou o gestor no Palácio do Planalto. Na ocasião, Brito aproveitou para se colocar à disposição do ministro como membro da Comissão de Educação para contribuir com os desafios do setor, que é um dos focos de seu mandato.

“A educação, como tenho ressaltado, é uma de minhas prioridades, e já vem norteando minhas ações no mandato. Acredito que tenho muito a contribuir com o novo ministro, que é muito preparado para liderar o MEC em um governo que tem como lema ‘Brasil, Pária Educadora’. Tem competência, é respeitado no meio intelectual e tem excelente visão estratégica”, afirmou o deputado.

Nos dois primeiros meses de mandato, Leo de Brito vem se destacando por sua atuação na área. Ele apresentou requerimento que será apreciado pela Comissão de Educação solicitando a criação de uma subcomissão para acompanhamento e fiscalização do Plano Nacional de Educação (PNE). O deputado também enviou ofício alertando as prefeituras de cada município do Acre sobre o prazo de elaboração de seus planos municipais, que devem ser finalizados até junho deste ano.

Além disso, o deputado também garantiu apoio junto ao MEC para dar segmento ao programa do governo do Acre que promete zerar o analfabetismo no estado. Junto do prefeito Marcus Alexandre, conseguiu ainda a liberação de recurso de mais de R$ 3 milhões para a reconstrução de escolas e creches atingidas pela cheia do Rio Acre em Rio Branco, Tarauacá, Brasileia e Capixaba.

Da Assessoria

Léo de Brito alerta contra prejulgamentos na CPI da Petrobras

Falando por mais de 13 minutos em nome da liderança do PT na Câmara, o deputado federal Léo de Brito (PT-AC) alertou ontem aos deputados da CPI da Petrobras para tomarem cuidado com pré-julgamentos e com a seletividade dos assuntos que estão sendo investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito.

O deputado citou o caso da Operação G-7, também desenvolvida pela Polícia Federal no Acre, para pedir que não haja pré-julgamentos, pois a operação que se deu no Acre acabou de ter seus indiciamentos anulados pelo juiz federal Jair Facundes porque não houve provas de que secretários e empresários estavam envolvidos num suposto cartel, cuja existência não foi provada.

Léo de Brito ressaltou que assim como ocorreu com o G-7, onde se dizia existir cartel de empresas para ganhar várias licitações, além de super-faturamento, na operação Lava Jato não há ninguém indiciado até aqui que faça parte do setor de licitações da Petrobras.

Falando mais especificamente da Operação Lava Jato, Léo de Brito chamou a atenção para alguns de seus aspectos importantes, conforme os depoimentos que já foram tomados até aqui pela CPI de ex-diretores envolvidos com o recebimento de propina das empresas fornecedoras da Petrobras.

Segundo o deputado petista, até os ex-diretores, que são réus confessos de terem recebido propinas, assinalaram que não havia na empresa a prática de cartel, assim como não houve sobrepreço e nem superfaturamento nas licitações e nos contratos da Petrobras. Além disso, de acordo com o deputado, os ex-diretores admitiram que a corrupção não era institucionalizada dentro da empresa, mas que ela ocorria de forma isolada. CPI.

“Eu tenho reiterado por diversas vezes a importância da gente relativizar um pouco aquilo que está nas delações e no próprio processo, levando em consideração um exemplo, que foi a delação do senhor Pedro Barusco (ex-gerente de Engenharia da Petrobras), que afirma que de 2003 a 2013 deu propina para o tesoureiro do PT, o senhor João Vacari. Ocorre que o Vacari é tesoureiro do PT apenas desde 2010. Portanto, essa afirmação é um a afirmação mentirosa”, assinalou o deputado.

O deputado federal Léo de Brito também destacou que os membros da CPI não podem ser seletivos, como ocorreu no caso do depoimento de Pedro Barusco, que afirmou que havia corrupção desde a década de 1990 e muitos parlamentares não tiveram sequer a vontade de investigar.

“Não se pode ter seletividade, por exemplo, como a gente vê hoje a imprensa falando das contribuições partidárias e eleitorais do Partido dos Trabalhadores, que foram devidamente legalizadas e aprovadas pelos tribunais eleitorais e que são consideradas propinas, quando praticamente todos os partidos que hoje fazem parte do Congresso Nacional também receberam essas contribuições. Então ninguém pode ter esse tipo de seletividade como algumas ações que foram espetaculosas, como a condução coercitiva para depor do tesouro João Vacari às vésperas do aniversário do PT”, assinalou Léo de Brito.

Além das observações que fez falando pela liderança do PT, o deputado Léo de Brito fez várias indagações ao depoente de ontem na CPI, Glauco Legatti, ex-gerente-geral da refinaria de Abreu e Lima (PE), que negou ter recebido propina do esquema de corrupção que atuava na Petrobras. À Justiça, o engenheiro Shinko Nakandakari, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como operador da construtora Galvão Engenharia, afirmou ter pago R$ 400 mil de propina a Legatti.

Romerito Aquino

Leo indica emendas de 2 milhões para hospital de Brasileia (indica viu, GladsonC?)

Parlamentar indica emendas, não libera!

Viu, GladsonC?!

Quem libera é o governo federal.

J R Braña B.

Do gab parlamentar

O deputado federal Leo de Brito apresentou indicação destinando R$ 2 milhões em emendas parlamentares para a compra de equipamentos do Hospital Regional do Alto Acre, atualmente em construção no município de Brasiléia, que deverá dobrar o número de leitos na região. Quase 60% da obra na unidade foi concluída e a previsão de término é até o fim deste ano.

Dispondo de 91 leitos, ambulatório, enfermaria, laboratório, centro de urgência e emergência, entre outros, a unidade está orçada em R$ 50 milhões, oriundos de parceria entre o governo do Acre e o Ministério da Saúde (MS).O hospital prestará serviços de urgência e emergência e assistência em média complexidade.

Com o anúncio dos R$ 10 milhões em emendas para cada novo parlamentar do Congresso Nacional este ano, 50% das indicações do deputado são direcionadas à saúde, como prevê o Parecer Preliminar do Projeto de Lei Orçamentário para 2015. Para o Governo do Acre, foram indicados R$ 3.040.000 mi. Serão beneficiados, além de Brasiléia, os municípios de Tarauacá, Bujari e Rio Branco.

Em discurso na Câmara, nesta segunda-feira (22), Leo de Brito detalhou o direcionamento de suas emendas, destacando que 70% delas foram indicadas para os municípios que sofrem com a cheia do Rio Acre, para contribuir com a rápida recuperação desses locais. “Aproveito para pedir ao Governo Federal que priorize a liberação de emendas nos municípios que sofreram com a alagação deste ano”, enfatizou.

(…)

Léo de Brito: o povo quer Dilma, Petrobras e as reformas

As manifestações da última terça-feira que reuniram centenas de milhares de manifestantes em quase todas as capitais do Brasil mostram que a população quer a permanência da presidenta Dilma, quer defender a Petrobras e quer mais reformas no país.

Quem aposta nisso é o deputado federal Léo de Brito, que participou na última sexta-feira, na Rodoviária de Brasília, da manifestação do Dia Nacional de Lutas em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores, da Democracia, da Petrobras e pela Reforma Política, que reuniu mais de 1,5 mil na capital federal e outras dezenas de milhares nas outras capitais do país.

Segundo o deputado, que é membro da CPI da Petrobras na Câmara Federal, as manifestações de sexta-feira foram um claro recado para as elites que queiram dar golpe no mandato popular da presidenta Dilma porque o país está atravessando dificuldades econômicas. “É o recado claro de que o povo vai para as ruas se as elites tentarem dar um golpe”, diz Léo de Brito. Veja a integra da entrevista.

O que está achando das manifestações desta sexta-feira em todo o Brasil?

A manifestação foi grandiosa, não só aqui em Brasília, mas em várias cidades brasileiras. Isso é uma prova cabal que a população do Brasil, os movimentos sociais organizados dos trabalhadores nas cidades e nos campos não vão aceitar de forma alguma que o resultado nas urnas de 26 de outubro de 2014 seja vilipendiado e haja qualquer tentativa de golpe no país. A presidenta Dilma foi eleita para governar durante quatro anos e isso vai acontecer pela vontade do povo.

Pelas manifestações nas ruas, está claro que o povo quer manter a presidenta, mas quer também mais mudanças, não acha?

Esses são atos de defesa da reforma política, de defesa da Petrobras e de defesa das grandes causas do Brasil, sobretudo para as pessoas que não têm, não podem e são representados neste momento pelo governo democrático e popular do Partido dos Trabalhadores. Então, esse é um recado claro para as elites que quiserem dar um golpe, pois o povo está nas ruas para defender a democracia no Brasil.

Qual o caminho que deve ser trilhado para melhorar rapidamente a situação do país?

Nós temos que dar crédito ao governo da presidenta Dilma. Ela está no primeiro ano de seu segundo mandato. Há uma necessidade que sejam feitos ajustes na economia para o país voltar a crescer e nós temos que dar esse voto de confiança. Quero lembrar aqui que quando, em 1999, o presidente Fernando Henrique assumiu o seu segundo mandato, ele também tinha índices baixos de avaliação. E naquela época, nós do PT demos um crédito para que ele governasse. E é o que estamos esperando isso nesse momento. Não tenho dúvida de que a presidenta Dilma fará esses ajustes esse ano e a partir do ano que vem o programa de governo que foi aprovado pela população em 2014 será de fato cumprido até 2018.

Há clima para serem feitos os ajustes necessários para o país voltar a crescer melhor?

Acredito que nós vamos, sim, fazer os ajustes. O Brasil tem tudo para dar certo, temos que ter confiança no país. É um país grande, que tem uma capacidade muito grande de crescimento, que tem um potencial grandioso, que tem um povo trabalhador e é governado por um governo que olha para aqueles que nunca foram olhados. Eu confio na força do Brasil, na força do povo brasileiro e na competência da presidenta Dilma que, com certeza, vai continuar realizando as mudanças que o nosso país precisa.

E em 2018, virá Lula de novo com a força do povo?

É prematura a gente falar sobre isso porque nós temos um governo de quatro anos que precisa cumprir a sua agenda. É claro que o nome do Lula é um nome muito benquisto pela militância do PT, que é lembrado em todas as pesquisas. Até mesmo as pesquisas que atestaram queda de popularidade da presidenta Dilma indicam que Lula é considerado hoje o melhor presidente da História do Brasil. Isso é um reconhecimento publico a tudo aquilo tudo que ele fez, principalmente pelas pessoas que mais precisam de ajuda neste país.

Romerito Aquino
Brasília, 14/03/2015

 

Léo de Brito: CPI questiona delação premiadas e corrupção institucionalizada na Petrobras

O deputado federal Léo de Brito (PT-AC) destacou que a sessão de ontem da CPI da Petrobras tratou do questionamento das delações premiadas e da criminalização das doações de campanha durante o depoimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, acusado de ter recebido dinheiro de propina da companhia. Da tribuna, o deputado defendeu com veemência o governador Tião Viana da acusação de ilegalidade no recebimento de doações de campanha em 2010.

No depoimento do ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, à CPI da Câmara, ficou destacado que a corrupção na empresa nunca foi sistêmica, mas constituída de atos isolados de alguns dirigentes, que mantinham contatos com as empresas prestadoras de serviços.

“No depoimento do presidente da Câmara, foram questionadas as delações premiadas de ex-dirigentes da companhia e também foi questionada a criminalização das doações de campanha, que pesariam contra ele”, assinalou Léo de Brito, ao observar que a CPI tem de ter o cuidado para não generalizar a criminalização das doações eleitorais.

“No depoimento do ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, ele esclareceu todas as situações da gestão e da governança da Petrobras, inclusive as denúncias feitas pelos delatores Paulo Roberto, ex-diretor de Abastecimento; por Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços; e pelo doleiro Alberto Youssef”, assinala Léo de Brito.

Segundo o deputado, o ex-presidente Sérgio Gabrielli esclareceu que “a corrupção que apareceu na Petrobras foi algo isolado da parte daqueles diretores e não era nada sistêmico, como estão querendo colocar”. “Foi muito esclarecedor o depoimento do ex-presidente da companhia”, completou o deputado.

No depoimento, Gabrielli destacou que o volume de operações da Petrobras é “gigantesco”, o que dificulta a identificação de atos de corrupção como os confessados nas delações premiadas do ex-diretor de Abastecimento da empresa Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef. “Eles (Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef) confessam crimes, confessam atividades corruptas, confessam ter se apropriado privadamente de recursos e que esse processo de aquisição e de apropriação privada desses recursos respeitou as regras internas da Petrobras.

Os processos de compra e os processos de contratação são gigantescos e são crescentes, em volume muito grandes”, afirmou. Para indagar, a seguir: “Como é que, num procedimento normal de uma empresa que tem esse volume de atividade, vai se identificar esse tipo de comportamento?”, questionou Gabrielli.

Segundo ainda o ex-presidente da estatal, as regras internas de licitação foram respeitadas, e os preços propostos pelas empreiteiras nas concorrências estavam dentro dos limites previstos nos editais. “Esses resultados e esses processos internos permitiam uma negociação sobre as margens e sobre as despesas indiretas. Todos esses números estão dentro dos parâmetros aceitos pela Petrobras, portanto, são impossíveis de serem percebidos como ato de corrupção.”

Ao final dos depoimentos, Léo de Brito destacou que a CPI da Câmara tem o papel fundamental de fazer com que tudo aquilo que foi dito  nas delações premiadas seja de fato aprofundado. Em seu depoimento, o
presidente da Câmara contestou todas as informações que foram feitas contra ele pelos delatores da Operação Lava Jato. O deputado chamou a atenção para o fato das empresas investigadas pela Lava Jato doaram legalmente para 16 partidos nas eleições de 2010 e para 18 partidos nas eleições de 2014. “É um conjunto de doações que, se

todas forem transformadas em crimes, como é que vai ficar a situação? Então, a comissão terá que ter muita temperança para não cometer injustiças”, assinalou o deputado.

Léo de Brito: Barusco não tem provas contra PT e confirma propinas na época de FHC

Romerito Aquino – De Brasília

Após assistir ontem, na CPI da Petrobras da Câmara, as mais de sete horas do depoimento do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco, o deputado federal e advogado Léo de Brito (PT-AC) disse que ficou convencido da total falta de provas do depoente para acusar o Partido dos Trabalhadores de ter recebido propinas pagas por empresas prestadoras de serviço para a Petrobras.

“Ele (pedro Barusco) diz não saber exatamente quais foram esses valores e, se foram repassados, onde foram parar, se foram operacionalizados. Ele faz meramente uma ilação, uma ilação a respeito de que o PT teria recebido esses recursos”, assinala o deputado petista.

Léo de Brito destaca, ainda, que Pedro Barusco confirmou que o esquema de propina também ocorria na década de 1990 durante os governos de FHC e só não quis dar detalhes para não sair do que falou para o Ministério Público em sua delação premiada.

“Uma vez que ele era um dirigente de baixo escalão na década de 1990, a prática de propina era uma prática comum. Se essa era uma prática de quem podia menos, com certeza era uma prática de quem podia mais naquela época”, assinala o deputado. Veja a integra da entrevista do deputado membro da CPI da Petrobras.

Como o senhor está vendo o depoimento do ex-gerente de Serviços da estatal Pedro Barusco?
Ele está fazendo uma reafirmação da sua delação premiada e também esclarecendo algumas coisas que a grande mídia colocou de maneira equivocada ou talvez até tendenciosa.

Que coisas são essas que ele está esclarecendo?

Segundo Pedro Barusco, não houve prejuízos à Petrobras porque todas as obras foram feitas dentro da margem de preços praticada pela companhia e pelo mercado. Ele (Barusco) fala que o cartel era um agente externo, portanto não tinha como atingir a governança da Petrobras.

O que mais Pedro Barusco está esclarecendo?

Em relação a eventuais recursos que foram dados ao Partido dos Trabalhadores, ele estima valores. Ou seja, ele diz não saber exatamente quais foram esses valores e, se foram repassados, onde foram parar, se foram operacionalizados. Ele faz meramente uma ilação, uma ilação a respeito de que o PT teria recebido esses recursos, uma vez que ele simplesmente só administrou o dinheiro de propina que foi para ele e para o seu Renato Duque.

Se a propina era praticada por quem podia menos, certamente era uma prática de quem podia mais

Pedro Barusco não tem provas, então?

Não, ele não tem absolutamente provas e como provar que qualquer recurso tenha ido para o Partido dos Trabalhadores. A imprensa fez todo um alarde em cima dessa questão, que é uma questão que, em absoluto, está compravada com base no próprio depoimento hoje aqui do Senhor Pedro Barusco.

Pedro Barusco confirmou que as propinas da Petrobras começaram mesmo no governo FHC?

O senhor Pedro Barusco também colocou de uma maneira muito clara que começou a receber propinas na década de 1990, ainda no período do governo FHC. Agora, quando ele foi perguntado se ele era o pai da propina, uma vez que ele fala que era uma coisa isolada, ele diz que não.

Por que fica implícito que a propina já era generalizada na era FHC?

É claro que ele tem conhecimento. Só não quis se expressar aqui porque não quer sair dos termos daquilo que foi levantado na delação premiada, de que na era FHC havia, sim, prática de propina, prática de recebimento de propinas por parte de diretores. Uma vez que ele era um dirigente de baixo escalão, a prática de propina era uma prática comum. Se essa era uma prática de quem podia menos, com certeza era uma prática de quem podia mais naquela época.

Faltou aprofundar essa parte das propinas nos governos tucanos?

O que me parece é que não houve interesse da parte de quem fez os inquéritos, de quem fez as delações premiadas, de tentar esclarecer o que aconteceu na década de 1990. Mas ele mesmo coloca de maneira muito clara de que, no período em que esteve à frente da diretoria, de 1995 a 2003, era sistemática o uso de propinas pelas empresas.

Muita coisa precisa ser investigada, então?

Tem muita contradição nesse jogo e muita coisa precisa ser investigada, sobretudo em relação à década de 1990. E, claro, precisam ser comprovadas todas as afirmações que foram feitas contra o PT, que em absoluta não estão comprovadas.

O que falou Pedro Barusco

– Recebimento de propina se tornou um caminho sem volta;
– Não vê problemas na governança da Petrobras, mas nas pessoas;
– Acumulou desde 1997 o total de US$ 97 milhões em propinas;
– Devolverá os recursos das propinas aos cofres públicos;
– Negou extorsões junto às empreiteiras, pois na relação se acordavam as coisas;
– Por ter recebido a quantia divulgada de US$ 50 milhóes, “o PT deve ter recebido o dobro ou um pouco mais”;
– Não quis dar mais detalhes sobre a propina que diz ter recebido de forma isolada nos anos 1990;
– Se ateve ao depoimento prestado ao MPF, já que há investigação em curso.

Leo de Brito e Sibá Machado se reúnem com ministro Cid Gomes para tratar da Educação do Acre

O deputado federal Leo de Brito e o líder do PT na Câmara, Sibá Machado, solicitaram uma reunião com o ministro da Educação, Cid Gomes, realizada na terça-feira, 24, em Brasília, para discutir pautas prioritárias da Educação do Acre. Na ocasião, os parlamentares enumeraram demandas referentes ao ensino médio, superior e técnico, e falaram da intenção de levar novas unidades da Ufac e do Instituto Federal do Acre, para os municípios de Feijó, Sena Madureira e Brasileia.

Os deputados solicitaram do ministro apoio para a liberação de recurso pelo FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, destinado à construção de 10 escolas na Cidade do Povo, mais 49 escolas indígenas, bem como à aquisição de 10 transportes escolares. “O ministro se comprometeu a fazer este encaminhamento ao FNDE, e eu também vou conversar com o diretor do Fundo, para que essa verba seja disponibilizada”, garante Leo de Brito.

Ex-professor da Universidade Federal do Acre (Ufac), Leo de Brito falou de sua intenção de compor a Comissão de Educação na Câmara, direcionando seu mandato para este setor, com foco na geração de oportunidades, especialmente para a juventude. Uma das questões levantadas pelo deputado foi a necessidade da atualização dos dados da PEA (População Economicamente Ativa), junto ao IBGE, para que seja possível a ampliação de vagas do Pronatec para o Estado.

“Conversei com a Rita Pato, diretora do Instituto de Educação Profissional Dom Moacyr, no Acre, e este dado está defasado. A última atualização é de 2005, e como a PEA está diretamente relacionada ao número de vagas disponibilizadas por município, precisamos que seja revista com urgência, para que o Pronatec possa beneficiar mais pessoas no nosso Estado”, pontuou Leo de Brito.

Durante a reunião, o deputado Sibá Machado reafirmou seu interesse de atuar na área de Ciência, Tecnologia e Pesquisa. “A bancada do PT do Acre está fortalecida e determinada a apoiar as questões da educação”, disse Machado.

Leo de Brito quer contribuir com avanços democráticos no País

Em seu primeiro discurso na tribuna da Câmara, nesta segunda-feira (9), o deputado Leo de Brito (PT-AC), recém-empossado, reafirmou o compromisso do seu mandato na construção de um Brasil mais justo e sustentável. Ele assegurou que o governador do Acre Tião Viana e a presidenta Dilma Rosseff terão do seu mandato um aliado “incondicional” na construção de um novo Acre e de um novo Brasil.

“Quero contribuir para este importante momento dos nossos governos,   que é o da consolidação dos avanços conseguidos nos últimos quatro anos, sobretudo na infraestrutura para o desenvolvimento da indústria, no acesso à habitação, na melhoria da saúde, da segurança e dos indicadores da educação”. Ele citou ainda o incentivo aos pequenos negócios e a redução da extrema pobreza no país.

O deputado frisou que as vitórias do governador do Acre, Tião Viana e da presidenta Dilma fortalecem a tese de que a construção de um país com desenvolvimento sustentável, aliado ao crescimento econômico com inclusão social, é possível.

Reformas – Leo de Brito explicou que, como educador, se dedicará ao objetivo apontado pela presidenta Dilma, de transformar o Brasil em uma pátria educadora.Além disso, o petista se comprometeu com a defesa das reformas política e tributária, bandeiras estas defendidas pelo PT e que estão em debate na Câmara. Ele disse ainda que estará vigilante e pronto para defender a Amazônia diante de eventuais retrocessos em relação à legislação.

Golpismo – O petista afirmouque o trabalho intensivo de combate à corrupção verificado no país nos últimos anos tem na presidenta Dilma sua maior defensora. Para ele, qualquer tentativa de deslegitimar um governo eleito pela maioria da população brasileira, terá a marca de um golpe. “Nossa presidenta foi legitimamente eleita para governar por quatro anos e qualquer tentativa de abreviar este mandato é um flerte com práticas golpistas que aterrorizaram nosso país em outros tempos”, alertou Leo Brito.

Benildes Rodrigues

Fonte da Notícia: http://www.ptnacamara.org.br/index.php/home/noticias/item/21364-leo-de-brito-quer-contribuir-com-avancos-democraticos-no-pais

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