Leo de Brito visita Agrocortex e vê de perto os impactos positivos com o funcionamento da indústria

Paula Amanda

Com quase 90% de cobertura florestal em seu território, o Estado do Acre busca a consolidação de uma economia verde, apostando na diversificação dos produtos florestais, maior qualidade de vida da população e conservação das áreas naturais. Pensando nisso o governo do Acre vem investindo fortemente em setores como a agroindústria. Um grande exemplo é a Agrocortex Madeira da Amazônia. Localizada em Manoel Urbano, um dos maiores modelos de indústria de exploração de madeira no Brasil, vem modificando a vida da população do município.

No último final de semana, o deputado federal, Leo de Brito (PT/AC) visitou o município para ver de perto a transformação que a indústria tem feito na comunidade. “Uma indústria reconhecida internacionalmente, operando com essa capacidade, gerando emprego, melhorando a renda desses trabalhadores, que são todos daqui, e pagando ao município, aproximadamente R$ 120 mil reais em impostos, merece a nossa atenção. Manoel Urbano já foi um município de muitas oportunidades, mas a má gestão deixou a população em condições de vida precária. Eu estive na inauguração da Agrocrotex e hoje voltei para vê-la em pleno funcionamento, e fico muito feliz em ver de perto essa transformação”, disse.

O parlamentar destaca ainda a instalação de novas indústrias, que aquece a economia do estado. “Este é o momento de reconhecer o esforço que o governador Tião Viana tem feito para garantir a instalação e o amplo funcionamento de empresas como Agrocortex, aqui no Acre. Isso impactou positivamente a vida dos moradores de Manoel Urbano, por isso eu faço questão de colocar o meu mandato a disposição de projetos ousados como esse que impulsionam a economia do Acre e trazem mais qualidade de vida à população”, destacou.

A Agrocortex opera com capacidade de processar 450 m³ de madeira, por dia, utilizando tecnologia de ponta desde o planejamento exploratório até o processamento do produto. São em média 200 mil hectares de área para manejo madeireiro, entre o Acre e o Amazonas, contando com a exploração de mais de 30 espécies, entre as quais está o Mogno, considerada madeira nobre, em especial no mercado internacional.