Comissão atende pedido de Leo de Brito e fará visita técnica à ponte do Rio Madeira

O deputado federal Leo de Brito cobrou que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) marcasse a data para realização de visita técnica às obras da ponte sobre o Rio Madeira, tendo em vista que a seca do manancial está ocasionando problemas no fluxo de veículos, na divisa do Acre com Rondônia.

“Hoje o estado do Acre corre um sério risco de desabastecimento de combustíveis e alimentos, por conta de que as obras na ponte ainda foram finalizadas e o Rio Madeira mais uma vez enfrenta uma forte seca, como consequência do verão amazônico”, explicou o parlamentar.

O deputado havia apresentado requerimento solicitando que fosse realizada a visita técnica com o objetivo de fiscalizar a execução das obras e cobrar do governo federal celeridade no processo, que já dura quase três anos.

“A obra foi lançada em 2014, ainda no governo da presidenta Dilma que assinou a ordem de serviço e garantiu os recursos. Precisamos cobrar do atual presidente que dê celeridade ao processo. Ano passado, quando estive como presidente da CFFC realizamos visita técnica, com a presença de representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) e pudemos constatar que mas de 40% já estava concluída. Um ano depois o que avançou? Temos que cobrar e fiscalizar”, destacou o deputado.

Seca na Amazônia

Nos últimos cinco anos, o verão amazônico vem castigando os estados do Norte provocando períodos longos de seca severa. Para debater o assunto e possíveis medidas que ajudem a diminuir os prejuízos e riscos, o deputado Leo de Brito apresentou requerimento solicitando realização de audiência pública, junto a Comissão da Amazônia para tratar sobre a seca.

“Todos os anos o nosso povo, em toda região Amazônica, sofre com os efeitos extremos do verão. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o Acre registrou a temperatura mais alto do ano no dia 8 de agosto. Um recorde para nossa região. A temperatura sobe, os rios secas, a umidade relativa do ar sobre também aumentando risco das queimadas, um problema puxa o outro e a população é quem sofre”, explicou o parlamentar.